terça-feira, 5 de maio de 2015

Comemorando o aniversário de Audrey Hepburn com uma lista de seus filmes.

Depois de filmes, livros, bolsas, cartões postais e afins,
ganhei da minha melhor amiga o melhor presente do mundo:
uma Barbie da Audrey Hepburn como a Princesa Ann,
em A Princesa e o Plebeu!
Há 86 anos, nascia Audrey Hepburn. Há um ano, eu escrevia um post sobre a vida e carreira de minha atriz favorita. Curiosamente, nunca aconteceu de um assunto repetir-se em uma postagem aqui no blog, mas para Audrey faz-se uma exceção. Afinal, o nome do blog é inspirado no título original de seu filme mais conhecido, Breakfast at Tiffany's, Bonequinha de Luxo no Brasil.

Como uma breve biografia já havia sido feita, me engajei na árdua tarefa de classificar os filmes da eterna Holly Golightly conforme minha preferência. E falhei. Foi impossível escolher entre o suspense de Charada e o valor histórico de Guerra e Paz. Entre o romance inocente de Sabrina, e o amor realista de A Princesa e o Plebeu. Restou-me então a opção listá-los por ano de lançamento, em uma tentativa de ser justa com as películas que tanto adoro.

1963 - A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday): uma princesa cansada de seus afazeres e um jornalista interesseiro, mas incrivelmente encantador, se encontram e se desencontram em Roma. Com cenas icônicas, como o corte de cabelo da Princesa Ann e o passeio de vespa pela cidade eterna, o filme encanta. Ganhou o Oscar de melhor atriz para Hepburn, melhor figurino preto e branco, e melhor história original. É também o nome do 11º episódio de Gossip Girl, que faz inúmeras referências à atriz no decorrer de suas temporadas.

1954 - Sabrina: a simples filha de um chauffeur apaixonada pelo seu filho de seu patrão vai à Paris. Quando retorna, é uma dama cujo coração é disputado por dois irmãos. Poderia ser um clichê, se não contasse com diversos fatores que o tornaram único. A participação de Audrey Hepburn, Humprey Boggart e Willian Holden. Canções maravilhosas como La Vie En Rose e Yes! We Have No Bananas. A disputa de Edith Head e Humbert de Givenchy pelos créditos do figurino, o qual venceu o Oscar. E como se os motivos anteriores não fossem suficientes, contamos com o charme de um filme em preto e branco, para assistir em uma tarde chuvosa.

1956 - Guerra e Paz (War and Peace): baseado no homônimo de Liev Tolstói, também autor de Anna Karenina, o filme retrata as campanhas napoleônicas na Rússia. Não sei se foi pela minha falta de conhecimento sobre o assunto quando assisti, ou se mesmo com mais de três horas de filme não foi possível captar toda a essência de um livro tão denso, mas esse é um dos únicos filmes de Audrey ao qual assisti somente uma vez. Estou esperando agora surgir uma oportunidade para ler o livro, para quem sabe depois assistir ao filme o compreendendo como um todo.

1957 - Cinderela em Paris (Funny Face): junte Audrey Hepburn, Fred Astaire em um musical que tem Paris como cenário. O que esperar desse filme senão a magnificência? Contando a história de uma funcionária de livraria cujo o rosto é a nova capa de uma revista de moda, o filme pode ser comparado ao Diabo Veste Prada, com Anne Hathaway e Meryl Streep. Só que com uma essência parisiense, que dá o toque final.

1961 - Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany's): o que dizer do clássico dos clássicos que me deu a oportunidade de conhecer a atriz arrebatadora que é Audrey? Elegante? Deslumbrante? Carismático? Realista? Não é o suficiente para contar a história de uma garota que sai do interior para tentar a vida em Nova York, e acaba caindo na prostituição. Pois esta é a realidade, que Hepburn conseguiu retratar com tamanha delicadeza. E George Peppard é o mocinho corrompido que concorre facilmente com Nathaniel Archibald para esse posto. Somos sortudos em poder compará-los no 14º episódio da primeira temporada de Gossip Girl, o qual ajudou e ainda ajuda a divulgar esse maravilhoso filme. Se é que isso seja necessário.

1963 - Charada (Charade): possivelmente meu filme favorito da atriz, já seria perfeito só por contar com Cary Grant como par romântico de Audrey (curiosamente, ele só aceitou o papel quando o roteiro foi alterado para deixar claro que era Regina que se insinuava para Peter, papel o qual ele representava. Ele alegou que não se sentia confortável com a situação contrária, devido a grande diferença de idade entre os dois). Mas o longa teve que ainda apresentar um figurino produzido por Humbert de Givenchy e um suspense digno de James Bond. Tem como não amar?

1964 - Minha Bela Dama (My Fair Lady): você pode nunca ter assistido a esse filme, mas se foi uma pré-adolescente ou conviveu com uma nos anos 2000, certamente já escutou uma referência a ele. Baseado na obra Pigmalião de George Bernard Shaw, como o musical que a personagem de Linsday Lohan estrela em Confissões de Uma Adolescente em Crise, Minha Bela Dama conta a história de Eliza Doolittle. Ela, uma simples florista que se transforma em uma dama da alta sociedade com a ajuda de um Henry Higgins, um professor de fonética, interpretado por Rex Harrison (o Júlio César, de Cleópatra ). Nós, espectadores ansiosos para o fim da trama, que não dispensa charme, nem romance.

1966 - Como Roubar Um Milhão de Dólares (How to Steal a Million): o último, mas nem por isso menos importante da lista, mostra a Audrey Hepburn mais moderna de todos os filmes que já vi. Com um visual bem arrojado, produzido novamente por Givenchy, Nicole tenta impedir que escultura falsificada por seu pai, passe por exames que comprovem sua autenticidade. Para isso, ela pede a ajuda de um estranho que recentemente invadiu a sua casa. Pode parecer loucura, mas faz todo sentido, apesar da carga de humor que o filme carrega. Impossível ao fim da trama não ficar com vontade de aderir ao corte de cabelo da Srta. Bonnet.

Obviamente, ainda faltam muitos filmes da Audrey Hepburn para ver e alguns até mesmo para rever, como Guerra e Paz que foi citado acima. Mas por enquanto, esses já bastaram para me fazer admirar a atriz. E você, já viu algum filme dela? Algum similar a esses para me indicar? Estou com muito tempo para isso, acredite.

Peço desculpas pelos links direcionarem para trailers sem legenda. 
Como os filmes são bem antigos, acabei não achando nem a versão dublada. 
Mas sempre que possível, colocarei as duas versões aqui.

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